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domingo, janeiro 19, 2014

Em terra de carro baixo, quem Raspa é Rei ...

Mulheres que curtem carros rebaixados
Em terra de carro baixo, quem Raspa é Rei ...
top a garota perfeita  ...
Quanto mais garotas assim melhor essa tem meu respeito.
Danadinha só de fuga entao

Nada melhor  como um jogo de pernas para estes rodados.

sexta-feira, janeiro 17, 2014

Baixos cricúma esse é nosso estilo





Belo Sandero que roda belas ruas de Criciúma enfiado o chão é o o limite

pickup corsa largada no chão
Que em 2014
Esperamos que os carros estejam mais baixos e legalizados.Aos poucos a gente deixa da maneira desejada ( Torre - Fixa )não importa o que seja .....
Corra atrás de seus Sonhos Não molas
A humildade não te faz melhor que ninguém, mais faz você diferente de muitos, \#familiaarrastando
Mais que uma equipe, uma família.

# Carro baixo não anda ... desfila

frases carros baixos

Tá nervoso? Vai transar!" {#}
"Movido a som alto"{#}

"Quem anda colado é adesivo"{#}

"Diga não as molas"{#}

"Tenho medo de altura"{#}

"Não estou morto, mas estou enterrado"{#}

"É duro andar de carro alto e som baixo"{#}

"Máquina de entortar pescoço"{#}

"Que se abaixem as formigas"{#}

"Dando cascudo nas formigas"{#}

"Duro andar de carro alto, roda preta e que não faz som"{#}

"Ela me disse : Eu ou o carro? ...Sinto saudades dela..."{#}

"A velocidade que emociona, é a mesma que mata... e daí?!!"{#}

"Sou a favor da queima de pneus"{#}

"O fim do silêncio"{#}

"O chão é o limite!"{#}

"Que se abaixem as bactérias!"{#}

"Malandro que é malandro, atropela formiga com o protetor de cárter..."{#}"Acha que é 1.000? Me pega!"{#}

especialmente pra galera seguidora do meu blog la carros rebaixados inscreve-se no canal e segue nosso blog la vleuu.. 

quarta-feira, janeiro 15, 2014

CNH com 16 anos

Se pode votar, Pode dirigir também!
Habilitação aos 16 anos - CNH #EuApoio! 

   Outra coisa que eu quero levantar aqui nesse blog , por que não podemos aderir a ideia de CNH aos 16 anos ? Meu as coisas por aqui sempre tem que ser mais difíceis,pois iria ser paga, do mesmo jeito e garanto que teria muito menos carros nos pátios do Dj ,seria uma boa ideia por que ,um não, há CNH aos 16 ??, deixem seus comentários o que vocês acham sobre isso

                   

Baixos esse é nosso estilo


Vamos  lá galera, mais  um dia de postagens ai, fresquinha pra vocês amantes de carros baixo,  hoje venho falar dos nossos baixos  como podem ver postei uma foto do fuscao cabuloso ai em cima qualquer carro fica lindo quando rebaixamos nossa criatividade vai além do que eles imaginam,  além de tudo quando rebaixamos nossos carros além de mais estabilizados e mais seguros para andar ,fica totalmente mais estiloso amo muito esses carros por isso criei esse blog para que possa interagir com pessoas do mesmo gosto que eu pessoas que curtem esse estilo de vida , o nosso estilo de vida é muito prazeroso , 

terça-feira, janeiro 14, 2014

09 Mitos Sobre Som Automotivo: Caixas Acústicas x Subwoofers

09 Mitos Sobre Som Automotivo: Caixas Acústicas x Subwoofers

caixa acústica subwoofer 09 Mitos Sobre Som Automotivo: Caixas Acústicas x Subwoofers
Muitas Pessoas ouvem dizer de um amigo – que ouviu de um conhecido, que, por sua vez leu não se sabe onde – que o subwoofer perde rendimento quando montado em caixa selada, etc. Essas “estórias” (sic) para boi dormir acabam virando crendices difíceis de erradicar. E para ajudar a desmistificar um pouco a situação, colocamos abaixo a seleção dos mitos de som automotivo mais difundidos entre os profissionais:

Mito 1: Subwoofer de 15” é melhor que de 12”

Não é bem assim – tudo depende do tamanho do porta-malas no qual o subwoofer está instalado. O Subwoofer de 15” necessita de caixa bem maios que um de 12”. Portanto, se o seu carro for um “corsinha”, e tiver o porta malas pequeno, então um subwoofer de 12” (ou até mesmo menor) seria uma opção mais adequada. O importante num som automotivo não é o tamanho do sub, mas sim a correta litragem da caixa. Só use subwoofer grande se o porta-malas puder receber a caixa adequada ao sub.

Mito 2: Subwoofer de 1000 Watts é melhor que o de 500 Watts

Outro mito… Subwoofers possuem diversos parâmetros que nos dão indicações sobre seu desempenho, sendo que a potência suportada é apenas mais uma indicação que, isoladamente, não quer dizer muita coisa (a não ser que o subwoofer suporte a potência declarada). A diferença entre 1000 Watts e 500 Watts é de exatos 3dBs. E dentro do ambiente do automóvel, com música tocando, isso pode ser totalmente irrelevante. De nada adianta suportar muita potência se o subwoofer tiver um alto valor de Fs (o que indicaria uma certa dificuldade em reproduzir baixas frequências) ou Vas exagerado (o que apontaria para uma caixa muito grande para satisfazer as exigências do falante). Subwoofer construído com material de boa qualidade (que suporte 200 watts RMS), trabalhando numa caixa acústica bem projetada surpreende muita gente. Não esqueça que um subwoofer que suporta 1000 Watts precisa de um amplificador com potência adequada, que por sua vez precisa de bateria, e etc.

Mito 3: Quanto maior a eficiência em dB-SPL melhor, pois o sub tocará mais alto

Seria verdade se TODOS os fabricantes adotassem uma única norma de apresentação do db/W/m. O mais comum é a medição 1 watt. Assim, todos os falantes de 4 Ohms deveriam ser testados com 2 volts e os falantes de 8 Ohms com 2,83 volts. Só que há fabricantes que utilizam 2,83 volts para qualquer falante… Isso mostra valores 3dB mais altos para dB/w/m (sensibilidade) para toda a linha de 4 Ohms, em comparação com medições feitas a 1 watt. O ideal é observar o valor de No – (que é obtido através dos valores de Fs, Vas e Qes).

Mito 4: Subwoofer de bobina dupla é melhor que bobina simples

A quantidade de bobinas não indica maior qualidade do produto. Bobina dupla, quádrupla ou simples só existe para flexibilizar a instalação e garantir que o amplificador trabalhe dentro de suas especificações de impedância de saída.
Alto Falante Automotivo 09 Mitos Sobre Som Automotivo: Caixas Acústicas x Subwoofers

Mito 5: Subwoofer com imã invertido (imã para fora da caixa) tem desempenho inferior em relação ao que está com o imã para dentro da caixa

Outro mito clássico. Não é melhor nem pior – tem o MESMO desempenho, pois um subwoofer é um dipolo acústico – ou seja, emite som em dois polos (frente e fundo). Mas, devido a detalhes de construção, alguns subs podem gerar ruídos no motor (conjunto imã + bobina). Para tais casos, é recomendável instalar o falante com o imã para dentro da caixa. Mas de qualquer maneira, o rendimento em dB-SPL será o mesmo.

Mito 6: Caixa com dois subwoofers tem que ter divisória no meio para isolar os compartimentos

Este mito está “impregnado” na cabeça de muita gente. Não precisa de divisória – na verdade, a divisória tem apenas duas funções:
1- Promover reforço estrutural para a caixa.
2- Evitar que o subwoofer “enxergue” uma caixa com o dobro do tamanho, caso o outro sub pare de funcionar (isso se os falantes estiverem em paralelo; porque, em série, os dois param de funcionar quando um deles queima). Fora essas funções, a divisória não serve para mais nada. Alguns “gurus” juram que, sem a divisória, um subwoofer pode modular o funcionamento do outro… Ora, mas isso acontece de qualquer maneira! Ou vai modular pela parte de trás da caixa ou pela parte da frente… Então, se a caixa for muito bem reforçada, não há necessidade de isolar o compartimento entre os dois subwoofers.

Mito 7: Caixas prontas podem funcionar com qualquer subwoofer

Este é o pior erro que se pode cometer. Todo subwoofer possui especificações técnicas (do manual de instruções que, geralmente, ninguém lê), as quais indicam que para cada modelo de subwoofer existem valores específicos de volume e medida de duto. Caixa bem projetada chega a render entre 50 e 500% a mais do que uma caixa genérica.

Mito 8: Caixa dutada é melhor que caixa selada

Não existe isso. Caixa dutada é tão boa quanto uma caixa selada. A caixa dutada só toca mais alto que a selada porque, desalinhando o sistema (mudando o comprimento ou diâmetro do duto), pode-se obter um ganho numa faixa estreita, ganhando-se dBs naquela região. Isso, porém, sacrifica a qualidade do grave produzido. Caixas seladas são tão boas quanto qualquer caixa dutada quando elas são projetadas para se ouvir música com qualidade.

Mito 9: Cabo de 21mm² é exagero para ligar o amplificador na bateria

A maioria dos amplificadores precisa de cabos dessa bitola. Economizar em cabos é jogar a potência do amplificador para o lixo.
Fonte: Marcelo Lacerda. Revista A.U.T.O. MOTIVO
E não esqueça de conferir a nossa loja de produtos automotivo: http://www.mundomax.com.br/automotivo

Evitando a queima de amplificadores

Vamos mencionar algumas dicas para evitar a queima de amplificadores:

- Se seu amplificador suporta o mínimo de 4 Ohms, nunca utilize falantes de 2 Ohms ou que a associação de mais falantes resulte abaixo de 4 Ohms;
- Se está escrito que seu amplificador faz bridge a 4 Ohms somente, não utilize subwoofers de 2 Ohms ou dois de 4 Ohms em paralelo;
- Se a impedância mínima suportada em estério de um amplificador for 2 Ohms, provavelmente o mínimo em bridge será 4 Ohms;
- Se o bridge mínimo for de 2 Ohms, em estério o mínimo será de 1 Ohm;
- Utilize cabos adequados ao consumo de corrente do amplificador;
- Tenha uma bateria que aguente fornecer o tanto de corrente que o amplificador necessita;
- Cuidado com a fiação dos falantes para que não ocorra curto-circuito;
- Cuidado com os fios conectados ao amplificador para que não ocorra curto-circuito nas saídas do amplificador;
- Instale o amplificador em lugar livre para facilitar o resfriamento, ou force-o utilizando ventoinhas;

Quanto mais baixo melhor baixos criciúma

som automotivo

 Bom galera hoje vamos falar um pouco de som automotivo, já que o titulo do blog é carros rebaixados e som automotivo, temos que falar um pouco de cada . Para todos que gostam de um som de ótima qualidade, qual o melhor aparelho  que podemos usar em nossos carros para um grande desempenho em som ??
vamos lá galera :
Depende muito do que vc vai querer....


Mas eu recomendo um que vai te servir p/ tudo o que vc quiser fazer: SONY XPLOD! Qualquer um da serie GT...

Mas... Te falo alguns q você pode usar em diferentes usos...
Sonzinho básico, sem exigência alguma, soh pra escutar uma musiquinha de leve: Sony, HBuster, Britania, Pionner.

Som melhorzinho, que da um ótimo grau: Sony, Pioneer, Kenwood.

Som q arrebenta qualquer ouvido: Sony, Pioneer, Alpine, Rockford Fosgate....

ou seja....

Sony arrebenta mesmo... Pioneer tbm..... só que esteticamente prefiro Sony.....
Um exemplo de um EXCELENTE aparelho da Sony, é o Xplod GT207X. Custa cerca de R$350 ~ R$390.... 52Wx4, MP3, entrada auxiliar frontal, receptor de controle remoto, entrada p subwoofer traseiro, equalizador de 3 bandas, Drive-S (maior fidelidade de som), 5 bandas de radio FM, sintonizador automático... enfim..... eh muito bom...

Mas vale lembrar também q ñ eh soh o som que determina a qualidade.... vc pode comprar um Alpine que seja, se ñ tiver um modulo amplificador bom e alto-falantes bons tbm, ñ vai bombar.

O Modulo, recomendo os Pioneer.. ou os próprios Sony.....

Abraço!

segunda-feira, janeiro 13, 2014

hshs

Qual a sensação de estar andando num carro baixo

Sensação : É ótima , quando raspa o sorriso vai na orelha quando sai faisca vc se sente um rei do asfalto e muito legal , só quem anda assim sabe galera comentem o que vocês sentem  quando estao desfilando com seus carros sei que tem como eu muito amantes de carros baixos .
  

Nosso prazer é Raspar .......


 Baixos Criciúma quanto mais baixo melhor 

Criciúma está crescendo com relação a carros baixos , estamos dominando tudo nossa arte se espalhando sem dó, vamos aproveitar e falar também do nosso som , muito som de qualidade bombando só rajada, som super bem estalados que bate forte arrancando os forro de porta, hehe ... com grandes encontros  para reunir a galera  nesse próximo fim de semana terá um encontro no parque das nações com bastante som  sábado 18/01/2014 , estão todos convidados a participar com nos todos juntos, lá haverá grandes parcerias de Criciúma e região só pra amantes de som e pra quem gosta de um som de qualidade ... 

Como Rebaixar seu Carro

corsa
Rebaixar carros é um costume cada vez mais presente entre as pessoas que gostam de personalização. É fato que a maioria dos carros fica mais bonitos quando estão rebaixados, mas você realmente sabe como rebaixar seu carro e se é bom fazer isso?
Primeiro, vamos aos fatos quase que óbvios. Se você acha que apenas rebaixando seu veiculo ele vai ganhar mais estabilidade, se engana totalmente. Todo carro é projetado para manter a estabilidade dentro dos limites propostos pelo fabricante. Ou seja: para rodar com o carro original, a mudança na suspensão só vai trazer mais problemas. Já em carros preparados, a conversa é outra.

Você percebe que carros de corrida são rebaixados, mas há toda uma ciência por trás disso. Além de rebaixar os veículos, mecânicos e engenheiros trocam pneus, colocam barras estabilizadoras, reforçam freios e fazem cálculos extremamente precisos para que o carro fique com boa aerodinâmica e não saia do chão com facilidade.
O grande erro das pessoas que costumam rebaixar carros, é utilizar métodos inapropriados. Talvez o que a galera mais faça por aí é cortar as molas da suspensão e continuar com o mesmo amortecedor. Ou então resolvem rebaixar o carro esquentando as molas. Até alguns anos, revistas e especialistas diziam que aquecer a mola é bem melhor, mas também erraram.
A mola aquecida fica com um curso menor e seus elos acabam se chocando facilmente. As molas cortadas, vão fazer com que o curso do amortecedor fique diferente, acaba sobrando mola. Mas até então ninguém dá a mínima pra isso, afinal o carro é de rua. Mas alterações tão simples já podem fazer o carro capotar em velocidades absurdamente baixas.
Eu poderia dizer que não acho seguro rebaixar carros de rua, mas se tudo for feito da maneira certa, o resultado é muito bom e o cliente fica feliz (até encontrar lombadas e buracos). Abaixo, vou dar dicas de como rebaixar carros:
1 – Suspensão fixa
A suspensão fixa, em muitos locais é chamada de “suspensão preparada”, devido aos procedimentos executados, é uma das mais recomendadas na hora de jogar seu carro no chão. Uma das maiores vantagens da suspensão fixa, é o fato de permitir que você tenha um carro rebaixado legalizado, já que é uma suspensão “otimizada”.
Uma suspensão preparada tem amortecedores trabalhados para terem mais pressão e suportarem mais os impactos. O curso do amortecedor é menor e o carro fica mais “grudado” no asfalto. As molas também são especiais, feitas na medida e prontas para serem instaladas. Sem corte, sem maçarico.
Além dos amortecedores e molas, o cliente pode optar por buchas de poliuretano, que duram muito mais. No entanto, elas deixam o carro vibrando um pouco, nada que seja muito grave. Você pode comprar um conjunto de suspensão preparada já “pronto” ou encomendar de acordo com as preferências. As melhores lojas do ramo possuem esse tipo de suspensão.
Dois carros usando suspensão com molas Eibach, que já são vendidas nas medias certas. Enviada por Leandro Castro
Dois carros usando suspensão com molas Eibach, que já são vendidas nas medidas certas. Enviada por Leandro Castro
2 – Suspensão de rosca
Imagine uma suspensão com os mesmos itens e detalhes da suspensão preparada fixa. Mas essa tem uma rosca nos amortecedores que permite alterar a altura do carro. A suspensão de rosca não é tão nova no mercado, já que é quase unânime em corridas.
A suspensão de rosca não é permitida pela legislação, já que permite alterações o tempo todo. É um tipo de suspensão que eu recomendo. Prática na hora das alterações e se feita com profissionais, garante boa estabilidade e não custa muito.
3 – Suspensão a ar
Assim como a suspensão de rosca, a suspensão a ar não é legalizada. Em caminhões ela é permitida, mas isso é uma longa história. A suspensão a ar é composta normalmente por: bolsas, compressor, cilindros, válvulas solenóides e alguns metros de mangueira. Tudo isso instalado, permite alterações bruscas na altura do carro com o toque de um botão no painel, ou até por controle remoto.
Carros com suspensão a ar chamam a atenção por onde passam, são destaques em vários locais mas também oferecem perigos. Mais uma vez eu digo: engenheiros planejam um veiculo para rodar em certas situações, não com bolsas de ar. A estabilidade vai embora facilmente, o carro pode capotar em curvas simples.
O valor é mais alto, vai fazer você ocupar espaço no interior do carro para guardar o compressor ou cilindros e suas quebras e vazamentos podem ser freqüentes. Não quero criticar a suspensão a ar ou quem utiliza, inclusive, adoro ver em alguns carros. A questão a ser ponderada é a segurança.
gol suspensao a ar
Finalizando: Entre as três maneiras profissionais de rebaixar um carro, creio que a mais viável seja a suspensão fixa. Antes de mudar a suspensão, faça diversos orçamentos em locais diferentes e saiba bem o que você quer. Não se deixe levar pela primeira sugestão que aparecer. Vou indicar algumas empresas que dominam a área:
Impacto Suspensões Especiais
Tag Amortecedores
Tebão
Fênix Amortecedores
As quatro ficam em São Paulo e sempre fazem carros excelentes. Na Impacto eu já vi inúmeros trabalhos e eles conseguem fazer projetos sensacionais. A Tag tem certa tradição no mercado e a Tebão é uma loja especializada em Suspensão a ar. Já a Fênix, eu poso dizer que trabalha na mesma linha que a Impacto. Escolha uma que atenda suas necessidades e seja feliz!

cada vez mais dificil

Resolução 450 do CONTRAN proíbe por 90 dias legalização de suspensão

sexta-feira, outubro 11, 2013

REBAIXAR É ARTE RASPAR FAZ PARTE

Rebaixar é arte, Raspar faz parte

Ninguém resiste a uma olhada naquele simples carro passando, porém levando consigo parte do calçamento...
Todos amantes de carros sempre querem ter seu automóvel baixo para que ganhe uma aparência esportiva. Tudo bem que um Gol 1.0 sem as molas não tem nada de esportivo, mais com certeza arranca olhares onde passa.
Mais isso têm trazido muita preocupação em relação à segurança. Além do ar esportivo, o carro também ganha alguns itens não muito bem vindos quando o serviço é feito por “profissional” incapacitado. Os três principais:
Primeiro: você esta diminuindo a vida útil do seu amortecedor, logo, prepare o bolso.
Segundo: você esta tornando seu carro inseguro (com base nas estradas brasileiras...), logo, prepare o bolso novamente, faça um seguro de vida para que sua família não pague por suas inconseqüências.
Terceiro: A não ser que sua mulher goste de carro igual a você, prepare os ouvidos, porque o seu conforto já era.
Cansados de tanta reclamação por partes das namoradas, o CarroEsporte resolveu explicar “A arte do rebaixamento”. Para a infelicidade dos recondicionadores de amortecedor e para sua segurança, vamos explicar as formas de rebaixamento, como fazê-las e o custo médio do serviço feito por pessoal especializado.
Para não ficar grande e chato, vamos de maneira breve descrever o funcionamento da suspensão. “É preciso conhecer o peixe pra saber qual isca usar...”.
O Funcionamento da Suspensão
Existem três tipos básicos de suspensão: A mola helicoidal, o braço de torção e os feixes de lâminas, mais conhecido como feixe de molas. Como a mola helicoidal é mais comum, vamos falar dela. Ela pode ser mecânica (a mais comum, é aquela que você senta o maçarico) ou pneumática (menos usadas por possuir uma tecnologia bem mais avançada e cara). A mola helicoidal se deforma por torção, ou seja, cada sessão do elo se torce em relação ao outro. Ela possui um fator que mede a “resistência e elasticidade”, chamado de N/mm (Newton/milímetro). Existem equipamentos específicos para medir essa resistência, que tem como base a força aplicada na mola, relacionado ao quanto ela torceu. Normalmente essa taxa é uma constante, ou seja, a mola torce num valor proporcional à força aplicada na mola. Porém existem molas que não possuem essa constância, ou seja, elas têm um comportamento diferente sob diferentes forças aplicadas. São ideais para veículos que circulam em vários tipos de terrenos.
O cálculo desse fator é muito importante para quem quer seu carro baixo sem perder o conforto. Por exemplo, se um carro vem de fábrica com as molas em 20 N/mm e você quer uma suspensão mais firme, usam-se molas de 22 N/mm. Você pode calcular o quanto a sua mola suporta em uma determinada altura da seguinte forma:
(ML - MI) x C
Onde:
ML: tamanho da mola livre (em mm)
MI: tamanho da mola instalada (em mm)
C: constante (em N/mm)
Quando a mola é cortada, a constante de resistência aumenta, ou seja, seu carro vai pular muito! Entao, antes de meter o maçarico, procure formas alternativas! Os prejuízos vão além da perda do conforto: o carro fica desalinhado, perde estabilidade nas curvas (tem gente que acha que porque o carro é baixo pode entrar numa curva a 140...) problemas com a direção do carro, gasto desproporcional dos pneus devido à cambagem negativa, entre trilhões de outros fatores.
Além das molas, deve-se dedicar extrema importância aos amortecedores. O amortecedor é um componente hidráulico composto de dois tubos, um de pressão e outro reservatório. Ambos possuem em seu interior uma determinada quantidade de óleo e outra porção com ar (podendo também ser preenchido com gás nitrogênio). No interior também estão contidas válvulas que controlam a passagem do óleo do tubo de pressão para o tubo reservatório, controlando as oscilações e mantendo o carro “no chão”.
Conhecendo os principais conjuntos da suspensão, vamos aos métodos para se rebaixar, começando do mais simples.
Cortando ou esquentando a mola.
Este método é o mais rudimentar, sendo praticado desde a antiguidade.


Hoje em dia, qualquer mecânico com conhecimentos em apertar e afrouxar parafusos está capacitado a fazer o serviço, que vai possuir qualidade proporcional à experiência dele. No geral funciona da seguinte forma: obviamente retiram-se as quatro rodas, desprende-se o braço da direção (na dianteira) e o eixo de torção (na traseira, porem alguns carros usa um tipo de suspensão traseira diferente do comumente usado). Na dianteira retira-se a torre completa, que é levado a um equipamento que comprime a mola para retirada da mesma. Na traseira, geralmente desparafusando o amortecedor do eixo de torção você já tem acesso à mola. Após a retirada da mola você escolhe o método a usar.
Corte: em qualquer oficina de suspensão que se preze, deve possuir um maçarico. Então, depois de decidida a altura do carro, retira-se a quantidade de elos necessários. Algumas pessoas fazem um acabamento em volta da mola, colocando uma mangueira. Se você é alucinado o suficiente para fazer o serviço na sua garagem, leve as molas para alguma oficina para o corte. Se você é mais alucinado ainda ao ponto de tentar usar uma serrinha, vai fundo!
Após o corte, a mola volta para o equipamento que a comprime para montagem da torre e posteriormente a montagem no conjunto da suspensão no carro. Depois de instalada a mola traseira e a montagem das rodas, recomenda-se fazer um alinhamento e uma cambagem. Isso não vai fazer com que seu carro fique mais confortável, mas pelo menos vai fazer com que seus pneus não sofram um desgaste irregular. Essa é a vantagem de se fazer em um local especifico, pelo menos não fica tão errado assim. Nos carros com feixe de molas na traseira, como as pickups pequenas e o imortal Uno, existem duas formas para rebaixar. A primeira é fazendo o arqueamento dos feixes. Colocam-se os mesmos numa prensa que possua boa potência e aciona-se o ponteiro no centro do feixe. A segunda é um tratamento térmico, um pouco mais caro, porem mais eficiente. Por experiência própria: eu não recomendo cortar as molas. Possuía um corsa 99 com 2,5 elos a menos, sem trabalho nos amortecedores com rodas 15’’ e pneus 195/50. Em uma viagem, passando por um buraco, o amortecedor estourou e a mola direita partiu ao meio. Então vai da insanidade de cada um.
Esquentando a mola
Consiste em, com um maçarico, esquentar os elos da mola de forma a juntá-los. Entre este método e o de cortar, escolha o de cortar, pois este altera toda a característica da liga de metal usada na mola, pois perde todo o seu temperamento e consequentemente sua eficiência. Apesar disso, o carro fica mais confortável do que cortando. Se você tem um espírito aventureiro, vá em frente!
Existe um pequeno truque na família GOL que consiste no seguinte, cortam-se as molas em uma determinada altura e usam-se os amortecedores do Fiat 147.
Trabalho no telescópio
Outra forma de se rebaixar sem arrancar metade da mola é fazer um trabalho na base da torre, onde fica a sustentação da mola. Essa base é deslocada para baixo, dessa forma você pode distribuir: um pouco de trabalho no telescópio aliado a dois elos a menos na mola irá gerar um resultado muito bom! Porém procure alguém especialista no assunto, o barato às vezes sai caro.
Troca da suspensão original

Existem no mercado mundial kits com molas e amortecedores “de competição” vendidos com pequenas alterações para carros de rua, comumente chamados de suspensão preparada. Esse kit contém, principalmente, molas, amortecedores, batentes etc. e alguns mais caros que possuem ainda barras estabilizadoras. A qualidade na maioria deles é bem elevada, proporcionalmente ao custo, mais o resultado é incomparável, Um carro confortável, com bastante estabilidade além da durabilidade. As marcas mais conhecidas são: Eibach, H&R, Bilstein, Koni, GReedy, Apexi e as nacionais Sprint, Kangoorun, Macaulay, SMax entre outras. Um kit nacional custa por volta dos R$ 600 enquanto um kit importado pode chegar a R$ 2000 ou mais!
Retirada das molas
Dispensa descrições, só faça se você gosta de por sua vida em risco e, por favor, quando for passar no quebra-molas, perca o fundo do seu carro logo, porque não é nada legal aquele engarrafamento esperando você tirar onda passando de lado e raspando o fundo.
Encolhedores de mola
É o mais simples método de rebaixamento. Não há necessidade de desmontar a suspensão e qualquer pessoa pode fazê-lo. Consiste no encolhimento de alguns elos da mola através de pequenas "abraçadeiras" unidas umas as outras por parafusos. Não é nada seguro, porque o material pode não suportar a pressão constante recebida. Um kit desses não passa de R$100

Suspensão de rosca

Método alternativo bem interessante, não tão inseguro quanto os demais, porem com o custo um pouco mais elevado, em contrapartida, traz resultados satisfatórios. Geralmente o kit é composto por molas e amortecedores “preparados”, telescópios, cubos, rolamentos, pratos, chaves e por ai vai. O truque esta no prato que, ao invés de ser soldado no tubo, ele é rosqueado, permitindo assim o ajuste da altura conforme necessidade. Uma suspensão de rosca instalada e de boa qualidade custa em media R$ 800 a R$ 1200.
Suspensão a ar
Inicialmente utilizada em caminhões e ônibus, a suspensão a ar proporciona de forma prática conforto e estabilidade (estabilidade muitas pessoas discordam). Seu princípio de funcionamento é muito simples: O conjunto da suspensão original é substituído por bolsas, geralmente de um material de borracha ou poliuretano, que podem inflar e desinflar variando a altura e o comportamento do veículo. O fornecimento de ar fica por conta de um compressor que é ativado conforme a demanda. O sistema é controlado de dentro do veículo ou por meio de um controle remoto. É muito comum em carros tuning, mas os apaixonados por preparação/velocidade condenam o uso da mesma porque dizem gerar instabilidade e insegurança. Um kit de qualidade fica por volta de R$ 2500 a R$ 3000 instalado.
Vídeo de um fusca com suspensão a ar:
Suspensão Hidráulica
E por último, a suspensão hidráulica. “A Ferrari das suspensões” (e também mais cara) é o sonho de todos que gostam de carros. Também conhecida por Low Ride, a suspensão hidráulica é muito comum nos Estados Unidos. No Brasil ela não foi muito difundida. O princípio de funcionamento é o seguinte: os fluidos sob pressão elevada são liberados por pistões que fazem com que as hastes da suspensão se elevem e abaixem. Nos Estados Unidos existem campeonatos desse tipo de suspensão. Mais não se empolgue e tente colocar no seu corsa 1.0. Existe uma grande tradição por traz do lowride. Geralmente é instalada em carros antigos, como Cadillac, Landau, Impalas e por ai vai...
Vídeo de um evento com Low Riders:
Lembrando que o rebaixamento é proibido pelo código de trânsito brasileiro, que proíbe qualquer alteração nas características do veículo.


POR Q REBAIXAR CARROS É PROIBIDO


roti

Entenda por que a regularização de carros rebaixados foi proibida


Desde a última quinta-feira (29) está circulando a notícia de que o Conselho Nacional de Trânsito proibiu a regularização de carros rebaixados por meio de uma resolução publicada no Diário Oficial da União.
Calma, não precisa sair correndo protestar no Facebook. O Contran não está proibindo os carros rebaixados e nem anulando os veículos regularizados. Ao menos não definitivamente. Entenda o que aconteceu.
Como você deve saber, as modificações na suspensão podem afetar diretamente a segurança do veículo e por isso devem ser inspecionadas por oficinas credenciadas pelo Inmetro e posteriormente autorizadas pelo Departamento de Trânsito local. Nesse processo de inspeção é emitido um documento chamado Certificado de Segurança Veicular (CSV), que como o nome indica, certifica que as modificações atendem os requisitos básicos de segurança veicular.
Na prática o CSV é a autorização do governo para alterar o seu carro, e somente com ele o Detran poderá incluir as alterações no registro nacional de veículos e emitir o novo documento onde consta a informação da alteração.
O que Contran fez foi proibir a emissão de CSV e a inclusão dessas alterações no Renavam pelos próximos 90 dias. Isso não significa que você não poderá mais rebaixar seu carro. Quer dizer apenas que você não receberá o certificado de segurança veicular (CSV) antes do dia 28 de novembro de 2013.

Veja o texto no Diário Oficial da União:
CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO
RESOLUÇÃO Nº 450, DE 28 DE AGOSTO DE 2013
Suspende os efeitos do art. 6º da Resolução CONTRAN nº 292, de 09 de agosto de 2008, que dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts. 98 e 106 da Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro, proibindo qualquer alteração no sistema de suspensão veicular original, pelo período de 90 dias, e dá outras providências.
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO – CONTRAN, usando das competências que lhe conferem os incisos I e XI do art. 12 da Lei n 9.503 de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro – CTB, conforme Decreto nº 4.711, de 29 de maio de 2003, que trata da coordenação do Sistema Nacional de Trânsito – SNT;
Art. 1º Suspender, por 90 dias, os efeitos do art. 6º da Resolução CONTRAN nº 292, de 09 de agosto de 2008, proibindo, nesse período, qualquer alteração no sistema de suspensão original de veículos, nacionais ou importados.
Mas por que o governo decidiu suspender as regularizações?
Entramos em contato com o Contran, e descobrimos que a medida é provisória devido ao grande número de caminhões notificados com a suspensão modificada (veja foto abaixo). A regularização foi suspensa temporariamente enquanto a parte técnica da resolução 292 (que dispõe sobre as alterações na suspensão) é revisada para coibir excessos.
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KIT NITRO

Como funciona o nitro nos carros?

O nitro literalmente dá um gás ao motor: ele aumenta a quantidade de oxigênio que entra nos cilindros. É como se, por alguns segundos, ele expandisse o volume de um motor de 1,0 litro para 1,4 litro, por exemplo. Mas, na verdade, não são os cilindros que crescem, e sim os gases que ocupam menos espaço lá dentro. Isso acontece por causa de uma propriedade química do óxido nitroso, nome do gás usado nos sistemas nitro: quando sai da forma líquida para a gasosa, ele absorve calor do ambiente. Como gases frios ocupam menos espaço que os quentes, mais ingredientes da combustão cabem ao mesmo tempo no cilindro. De quebra, ao vaporizar-se, o nitro se decompõe em gás nitrogênio e oxigênio, e este último aumenta ainda mais a força da explosão na câmara de combustão. O sistema com óxido nitroso só rola quando o carro está próximo de sua velocidade máxima e deve ser usado com moderação: fora da cidade ou em pistas com longas retas. :-P


Acerto do nitro em dinamômetro de rolo

BMW nitro

Kit instalado

Kit instalado

Instalando o Kit Nitro (basico)


A instalação do kit varia conforme o modelo a ser instalado.
A escolha do kit na verdade, vai variar de acordo com a potência que você quer que seja adicionada, e claro que no modelo do
veiculo a ser instalado.
A potência mínima dos giclês originais é cerca de 25 a 30cv, mas está pode ser regulada tanto para menos quanto para mais. Inclusive hoje em dia alguns giclês de kit nitro já estão vindo com apenas 15cv, mas claro que isso não dá para notar uma melhora significativa de potência, para começar a notar realmente a melhora do motor, é apartir de 30cv.
Porém, já vamos deixar claro desde cedo, que para que o motor não quebre, é fundamental que ele esteja em bom estado e que use a injeção de nitro na medida correta, por isso leia o manual que acompanha o kit, lá tem uma tabela de aplicação.
Num motor original, a medida máxima de nitro que se pode usar é 40% da potência do motor original. Mais que isso, estará sujeitando o motor a quebras.
As modificações no motor se tornam necessárias na medida em que se quer mais potência. Quanto maior potência jogada no motor, mais alterações serão feitas para tentar garantir a "mesma"
durabilidade do motor original. É raro que alguém que queira uma super preparação fique somente com o nitro. Geralmente o nitro é apenas um ganho extra, a maioria das pessoas ou já tem turbo, e quer ter uma arrancada mais forte com o uso do nitro, ou tem um aspro forte e quer apenas "extra mile" para dar um empurrão final. Mas claro que tem as pessoas que tem apenas o carro original e usam o nitro para ultrapassagem em estradas, apenas como forma de garantia de ter 40% a mais de potência nesses momentos.
Os Kits podem ser usados ou novos.Apesar de serem mais em conta, os kits usados devem ser de qualidade, com isso evita-se incômodos com o tempo de uso. É sempre bom comprar um kit usado de pessoas que confie, ou de lojas que tenham uma certa credibilidade no mercado. Já cansamos de ver casos de pessoas que compraram kit nitro via mercado livre, e quando foi feita a instalação o motor acabou explodindo, devido a solenóide que acabou travando.
Ao instalar o kit nitro, conheça bem as oficinas, preparadores ou mecânicos e os
carros com kit nitro que ela já tenha montado.
O sistema de óxido nitroso também tem a vantagem de que com ele acionado a queima é muito boa e o risco de pré-detonação é quase inexistente.
Geralmente, o kit nitro é composto por manômetros do nitro, solenóides de combustível e nitro, mangueira metálica para conduzir o gás, cilindro, o bico (fogger), botões de acionamento, giclê e mais alguns itens para prender a garrafa, etc.
As solenóides são como "torneiras" elétricas que se abrem com o apertar de um botão e deixam o combustível e o nitro irem para o fogger, onde eles são misturados e são injetados no motor.
Para o acionamento do nitro são sistemas mais usados:
- Pode ser instalado um botão na alavanca de marcha (que aciona o nitro no motor), um botão de segurança.
- Pode ser instalado um volante que possui um ou dois botões (que aciona o nitro no motor), um botão de segurança.
- Pode ser instalado no final do curso do acelerador um botão (que aciona o nitro no motor), um botão de segurança.
- Pode ser instalado um botão em qualquer lugar do carro (que aciona o nitro no motor), um botão de segurança.
Essas são as idéias mais usadas, é claro que daí pra frente, você pode deixar fluir a sua criatividade.
Nos 4 casos o botão de segurança pode ser do tipo:
- Aircraft com proteção vermelha escrita em branco nitro.
- Chave elétrica com capa de proteção.
- Chave on/off
- Chave do Nitro.
Na verdade o Kit pode ser montado pelo proprietário do carro, isso claro, varia de acordo com o grau de instrução que ele tenha, e de acordo com seu motor.
Nos motores de arrancada dependendo das características do motor (ex: motor com pistões, bielas, virabrequim forjados, bloco usinado) se usa muito nitro e é despejada muita potência, coisa que num motor "normal" iria provocar a destruição de seus componentes em poucos segundos de utilização.
O nitro pode ser usado em qualquer carro, então você acaba tendo a vantagem de trocar de carro e reinstalar o kit no carro novo. O único acerto a ser feito seria a substituição dos giclês (jets) por outros para o acerto de mistura óxido nitroso+combustível.
Agora que você já sabe mais da instalação do kit nitro, vamos apenas por curiosidade, dizer que o nitro é quimicamente composto por dois atomos de Nitrogênio (N) e por um de oxigênio (O). O nitrogênio tem propriedade congelante, e o oxigênio é um comburente. Essa mistura é realmente uma maravilha para o motor: O oxigênio melhora a queima e o nitrogênio esfria, o volume de ar diminui e o ganho de potência é ótimo.
Mas não podemos dizer que tudo é uma maravilha no kit nitro, infelizmente ele tem uma SUPER desvantagem, que é a carga do cilindro, e claro que dependendo da potência, mais nitro é usado, menos tempo você tem de cilindro cheio, por isso alguns acabam usando duas garrafas no carro, para evitar que a diversão acabe sempre.
Voyage